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Quero uma análise
O método

L.A.B.S.: marketing conduzido como experimento controlado.

Cada decisão nasce de uma hipótese isolada, recebe verba própria, roda por um tempo definido e termina com um veredito registrado: escala, mata ou itera.

A maior parte do dinheiro que se perde em marketing não é perdida em campanhas ruins. É perdida em campanhas que ninguém consegue explicar.

Quando tudo é testado ao mesmo tempo, com uma verba só, o fim do mês produz um número agregado. Ele diz se foi bom ou ruim, mas não diz por quê. No mês seguinte repete-se o que se imagina ter funcionado, e o negócio paga de novo pela mesma dúvida, mais caro, porque agora a verba é maior.

O L.A.B.S. existe para eliminar essa dúvida. São quatro estágios e uma regra que atravessa todos eles: não há campanha sem hipótese, não há hipótese sem critério, e nenhum critério é definido depois que o resultado apareceu.

Os quatro estágios

Em ordem, sempre.

LLeverage

Onde o negócio já tem força

Antes de atrair qualquer pessoa, o método procura a alavanca: o produto que já vende com menos esforço, a margem que aguenta investimento, o público que compra sem precisar ser convencido, o ativo que existe e não está sendo usado.

Escalar um negócio sem alavanca é multiplicar um problema com dinheiro. Boa parte dos casos em que "o tráfego não funcionou" são casos em que não havia alavanca, e ninguém olhou antes de gastar. É o único estágio cujo veredito pode ser: ainda não é hora de investir em mídia.

O que sai daquiO mapa de alavancas e a lista do que não recebe um real até ser resolvido.

AAttract

Demanda como hipótese, não como aposta

Cada canal, público, ângulo e oferta entra como uma hipótese separada, com verba própria e janela definida.

"Vamos testar o Meta" não é uma hipótese, é uma intenção. Hipótese é: "o público X responde ao ângulo Y a um custo por aquisição abaixo de Z, em 14 dias, com R$ N de verba". A segunda frase pode estar errada, e dá para provar que está. A primeira não pode ser nem certa nem errada, e por isso não ensina nada.

O que sai daquiUm backlog priorizado de hipóteses, cada uma com verba, prazo e critério escritos antes de começar.

BBuild

A infraestrutura que torna a medição possível

Entre o clique e o dinheiro existe um caminho, e a maior parte dos negócios não o enxerga inteiro: rastreamento incompleto, CRM desatualizado, retorno de contato feito na mão, receita que ninguém liga de volta à origem.

Build constrói esse caminho. Não é tecnologia por gosto de tecnologia. É a condição para o experimento existir, porque sem medição confiável todo veredito vira opinião com um número do lado.

O que sai daquiUm caminho medido de ponta a ponta, do primeiro clique ao dinheiro que entrou na conta.

SScale

Escalar é consequência, nunca esperança

Só entra em escala o que já passou pelo critério. Escalar é aumentar verba, ampliar público e replicar o que provou funcionar, sem parar de medir, porque o que funciona com R$ 3 mil nem sempre funciona com R$ 30 mil. Isso também é hipótese.

O erro clássico é tratar escala como uma fase de otimismo, em que se aumenta o investimento porque o mês foi bom. Aqui, escala é uma decisão tomada contra um número definido antes, e uma campanha escalada pode voltar para o ciclo se deixar de cumprir o critério.

O que sai daquiReceita crescendo sobre o que foi provado, e não sobre o que foi sentido.

O veredito

Todo ciclo termina com uma destas três palavras.

Não existe a quarta opção, a mais comum no mercado: deixar rodando mais um mês para ver no que dá.

Escala

A hipótese bateu o critério. Recebe mais verba, vira base para as próximas e continua sendo medida contra o mesmo número.

Mata

Não bateu, e a causa não é corrigível dentro do orçamento previsto. Encerra na hora. Matar rápido não é desistir: é o que financia o próximo teste.

Itera

Não bateu, mas o dado aponta a causa (o criativo, a oferta, a página, o público). Volta ao ciclo com uma única variável alterada, nunca duas.

A regra que sustenta as três: o critério é definido antes do teste começar. Critério escrito depois do resultado não é avaliação, é justificativa. Toda decisão fica registrada com data, verba, número e motivo, e esse registro é auditável pelo cliente a qualquer momento.

Verba isolada

O detalhe que separa um método de uma rotina de campanhas.

  • 01

    A perda máxima passa a ser conhecida antes

    Quando uma hipótese tem R$ 2.000 e 14 dias, o pior cenário está definido no momento em que ela começa. O risco deixa de ser o orçamento inteiro e passa a ser uma linha dele.

  • 02

    O resultado passa a ter causa

    Verba única produz um número por mês. Verba isolada produz um número por hipótese. É a distância entre repetir por sorte e repetir por escolha.

  • 03

    A decisão vem mais rápido

    Uma ideia ruim morre no dia 9 em vez de consumir trinta dias de verba e de atenção. O que sobra vira o próximo teste, dentro do mesmo ciclo.

  • 04

    O aprendizado acumula e vira patrimônio

    Cada hipótese encerrada entra em um registro permanente. Depois de alguns ciclos, ele diz o que já não precisa ser testado de novo.

A métrica

Velocidade de Aprendizado: o número que a Mitria acompanha em cada contrato.

ROAS mede o passado. A Velocidade de Aprendizado mede quantas decisões de investimento o negócio consegue tomar com base em evidência a cada mês, a que custo, com que taxa de acerto e com quanto de receita destravada.

VA · VELOCIDADE
7
hipóteses conclusas no mês. Faixa-alvo: 6 a 10
TX · EXPERIMENTAÇÃO
24%
da verba total. Faixa saudável: 15% a 30%
TE · ESCALA
29%
das hipóteses bateram o critério. Faixa-alvo: 20% a 35%
RA · RETORNO
3,4×
no trimestre, sobre verba e remuneração. Faixa-alvo: 3 a 6×

Valores de demonstração, para mostrar o formato do boletim mensal. Não são resultados de cliente. As faixas são a versão 1.0, em calibração, e serão recalculadas com dados reais depois de 3 meses ou 30 hipóteses conclusas.

O que conta como hipótese conclusa

  • Pergunta escrita antes, com uma variável isolada
  • Verba própria, com teto definido antes
  • Janela de tempo com início e fim
  • Critério numérico binário, capaz de mudar a decisão de quem assina
  • Veredito registrado, com data, número e responsável

Faltando qualquer um, não entra na conta, mesmo que tenha dado certo. Três iterações sem veredito viram "mata".

Como essa métrica poderia ser fraudada

  • Fatiar testes triviais: a verba mínima por hipótese derruba os microtestes
  • Critério frouxo: ele é lido em voz alta, com o decisor presente
  • Iterar para sempre: a terceira iteração sem veredito encerra o teste
  • Testar só o fácil: taxa de escala acima de 60% vira alerta no boletim
  • Atribuir toda a receita: a linha de base é declarada antes do ciclo

Publicamos as fraudes junto com a definição para que você possa nos auditar.

Ferramenta gratuita

Quantas perguntas a sua verba consegue responder por mês?

Um teste só sustenta um veredito com evidência suficiente: pelo menos 50 eventos do tipo que o critério julga. Isso cria um teto físico. Mova os controles e veja o seu.

O regime saudável fica entre 15% e 30%. O resto sustenta o que já passou no critério.
Verba de experimentaçãoR$ 10.000por mês
Julgando por venda1,5hipóteses por mês
Julgando por lead7,1hipóteses por mês

Julgando por venda, a evidência é curta para muitas perguntas por mês. Levar o critério para lead qualificado multiplica o que dá para descobrir com a mesma verba.

Conta: verba de experimentação ÷ (50 × custo do evento). É uma referência para planejar, não uma previsão de resultado.

Pergunta para qualquer fornecedor

Quantas hipóteses você fechou no mês passado?

Com que critério escrito antes, quanto custou cada resposta e quanto disso virou receita? Quem trabalha com verba única não consegue responder, porque nunca teve como separar. Faça essas perguntas a nós também.

O que o método exige de quem contrata

  • Acesso ao número real: mídia, CRM, receita e margem
  • O decisor presente na revisão de ciclo. Veredito é decisão de negócio
  • Disposição para matar o que não funciona, inclusive a ideia favorita da casa

O que o método não é

  • Não é promessa de resultado. É promessa de clareza: no fim de cada ciclo, você sabe o que funcionou, o que não funcionou e por quê
  • Não é teste de cor de botão. As hipóteses são de oferta, público, ângulo e canal, porque é aí que mora a receita

Quer ver o método aplicado ao seu número?

Comece por uma análise sem custo. Se não fizer sentido, dizemos.

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